LE SUBLIME EST EN BAS: The marinas in the paintings of Lucas Arruda and immanence in the work of Georges Didi-Huberman
DOI:
https://doi.org/10.5965/2175234618442026e0010Abstract
A pesquisa investiga pinturas da exposição Eclipse (2025), do artista Lucas Arruda, mediante sua possível associação a determinadas chaves teóricas relacionadas ao pensamento teórico de matriz francesa, principalmente de sua recente teoria da arte. Busca-se interrogar pinturas de paisagem, focalizando marinhas pintadas por Arruda, a partir de determinados retornos epistemológicos realizados na obra de Georges Didi-Huberman. Caso da noção de sublime na produção gráfica e poética de Victor Hugo, bem como da noção de imanência apreendida do poema filosófico de Lucrécio, De rerum natura. Mais que interrogar tal plástica frente a diferentes referências teóricas, objetiva-se indagar as imagens do artista em sua clivagem, questionando se sua poética do sublime é, ao mesmo tempo, pintura de imanência, e se tal relação é pertinente ao campo da teoria e história da arte.
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