Improvisar para revelar: a escola em cena e os discursos que a constituem

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5965/1414573101572026e0802

Palavras-chave:

improvisação teatral, análise dialógica, discurso escolar, educação e arte, poder e linguagem

Resumo

A obra Qualquer Semelhança Não É Mera Coincidência, de Jean Carlos Gonçalves, analisa a escola como espaço simbólico e performativo, utilizando a improvisação teatral como método investigativo e político. Fundamentada na Análise Dialógica do Discurso e em estudos foucaultianos, a pesquisa revela como discursos escolares são tensionados e contestados na cena teatral. Por meio de uma estrutura dramatúrgica e de jogos teatrais, o autor evidencia relações de poder, subjetividades e disputas simbólicas no cotidiano escolar. O trabalho contribui para as áreas de Educação, Linguagem e Arte ao valorizar a escuta e o testemunho como formas legítimas de produção de conhecimento.

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Biografia do Autor

Eduardo Piras, Universidade Federal do Paraná

Mestrando em Educação, vinculada/o à linha de pesquisa LiCorEs – Linguagem, Corpo e Estética na Educação, no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) na Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Publicado

29-04-2026

Como Citar

PIRAS, Eduardo. Improvisar para revelar: a escola em cena e os discursos que a constituem. Urdimento - Revista de Estudos em Artes Cênicas, Florianópolis, v. 1, n. 57, p. 1–7, 2026. DOI: 10.5965/1414573101572026e0802. Disponível em: https://www.periodicos.udesc.br/index.php/urdimento/article/view/28081. Acesso em: 30 abr. 2026.