O património sem mestre

Autores

  • José Alberto Ferreira CHAIA – Universidade de Évora (Portugal)

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034702162016158

Resumo

A investigação em que venho participando, ao longo de alguns anos, em
torno dos Bonecos de Santo Aleixo, determinou o estabelecimento de opções teóricas e metodológicas que foram pautando a aproximação àquele fascinante objecto de estudo. Através de questionamentos centrados ora na tradição e suas condições, historicidade e processos, ora na aproximação a problemáticas que contemporaneamente a atravessam, o estudo dos Bonecos foi alicerçando procedimentos, opções metodológicas e reflexões críticas. Dessas etapas e inquietações, procuro dar conta neste texto.

Palavras-chave: Metodologia. Investigação. Arquivos culturais. Marionetas. Bonecos
de Santo Aleixo.

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Biografia do Autor

José Alberto Ferreira, CHAIA – Universidade de Évora (Portugal)

Doutorando na Sorbonne (Paris 1) com
pesquisa sobre a problemática da Documentação e Arquivo nas artes performativas. Docente no Departamento de Artes Cénicas da Escola de Artes da Universidade de Évora. Colaborador do Centro de História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) da Universidade de Évora, integra vários grupos de investigação na área do Teatro e da Marionete.
Fundou e dirigiu o Festival Escrita na Paisagem (2004–2012), no âmbito do qual programou inúmeros projetos e criações de artistas nacionais e internacionais. É o curador dos Ciclos de São Vicente, em Évora, desde 2011.

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Publicado

2018-02-26

Como Citar

FERREIRA, J. A. O património sem mestre. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, Florianópolis, v. 2, n. 16, p. 158-173, 2018. DOI: 10.5965/2595034702162016158. Disponível em: https://www.periodicos.udesc.br/index.php/moin/article/view/1059652595034702162016158. Acesso em: 25 set. 2022.