Figurinos, ou sobre a pele e os seus modos de existência

Autores

  • Amábilis de Jesus Faculdade de Artes do Paraná – FAP (Paraná)

DOI:

https://doi.org/10.5965/2595034701122014062

Resumo

Tendo por metáfora a passagem bíblica do pecado original, intenta-se refletir
sobre as utilizações do figurino no teatro de animação em algumas montagens nas quais a pele parece discursar também sobre uma segunda-pele. E a partir dos estudos de Heinrich von Kleist duas possibilidades são analisadas: o figurino como um elo entre o inumano e o humano, e o figurino como um distanciador do humano. Outra discussão se acrescenta: a materialidade da pele e da sobre-pele para produzir a experiência estética como oscilação entre o sentido e o significado.


Palavras-chave: Figurino. Materialidades. Corpo.

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Biografia do Autor

Amábilis de Jesus, Faculdade de Artes do Paraná – FAP (Paraná)

Figurinista, doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia – UFBA (2010) e mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc (2005). Atualmente, é professora na Faculdade de Artes do Paraná – FAP, em Curitiba. Pesquisa e atua nas áreas de figurino, performance, teatro e dança

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Publicado

2018-03-22

Como Citar

DE JESUS, A. Figurinos, ou sobre a pele e os seus modos de existência. Móin-Móin - Revista de Estudos sobre Teatro de Formas Animadas, Florianópolis, v. 1, n. 12, p. 062-076, 2018. DOI: 10.5965/2595034701122014062. Disponível em: https://www.periodicos.udesc.br/index.php/moin/article/view/1059652595034701122014062. Acesso em: 26 set. 2022.