Ateliês temporários: a residência artística como espaço de criação
DOI:
https://doi.org/10.5965/244712671212026e27993Palavras-chave:
Residências Artísticas, Bolsa Pampulha, Bolsa Produção para Artes Visuais, Residência Sergius Erdely, Residência Fim do MundoResumo
Este artigo analisa iniciativas de residências artísticas que apoiam o desenvolvimento de projetos e de pesquisas em poéticas visuais de artistas. Propomos pensarmos os espaços de criação das residências artísticas enquanto ateliês temporários, entendidos como lugares de encontro e diálogo entre artistas, críticos e curadores. Abordamos inicialmente as estratégias da criação da Bolsa Pampulha (MG) e a Bolsa Produção para Artes Visuais (PR), levando em consideração que são projetos realizados em centros urbanos a partir de instituições culturais. Em seguida, analisamos a experiência dos projetos Residência Sergius Erdelyi e Residência Fim do Mundo, que ocorreram fora das capitais com o objetivo de proporcionar uma experiência de imersão incluindo ações com a comunidade e se valendo das memórias locais como parte do processo.
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