Hastes maiores de pupunheira produzidas no Vale do Ribeira são mais produtivas

Autores

  • Gabriel Henrique dos Santos Silva Salgado 1Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Jaboticabal, SP, Brasil.
  • Samuel Ferrari 2Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Tecnológicas, Dracena, SP, Brasil.
  • Dariane Beatriz Schoffen Enke Universidade Estadual Paulista, Registro, SP, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.5965/223811711932020278

Palavras-chave:

Bactris gasipaes, densidade populacional, palmito, produtividade

Resumo

O interesse pela cultura da pupunha começou a crescer após a década de 70, tendo em vista as qualidades agronômicas, industriais e comerciais. O Estado de São Paulo possui destaque como um dos maiores produtores de pupunha do país, sendo a maior concentração no Vale do Ribeira. Objetivou-se com este trabalho avaliar características de desenvolvimento vegetativo das plantas e produtividade de palmito em função do momento de corte das hastes em cultivo com diferentes densidades populacionais, para o segundo ano de corte. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial 2x5 e quatro repetições, sendo os tratamentos com cinco classes de altura de corte do estipe (1,60 m, 1,90 m, 2,20 m, 2,50 m e 2,80 m) e duas densidades de plantas (5.000 e 10.000 plantas ha-1). O experimento foi conduzido na fazenda do Campus Experimental de Registro da UNESP. As análises foram realizadas em dois momentos, março e setembro de 2016. Hastes de 2,8 m colhidas no mês de março obtiveram maior diâmetro do caule, número de folhas e quantidade total de palmito produzido. Hastes com a mesma altura de corte, porém colhidas no mês de setembro proporcionaram maior produção de palmito picado, rodela, tolete e quantidade total de palmito pupunha.

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Publicado

2020-09-30

Edição

Seção

Artigo de Pesquisa - Ciência de Plantas e Produtos Derivados

Como Citar

Hastes maiores de pupunheira produzidas no Vale do Ribeira são mais produtivas. Revista de Ciências Agroveterinárias, v. 19, n. 3, p. 278–284, 30 set.2020.

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