Ácido indolacético influencia no enraizamento de estacas de Pittosporum tobira

Autores

  • Aline Meneguzzi Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC/CAV
  • Marcio Carlos Navroski Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC/CAV
  • Queli Cristina Lovatel UDESC
  • Franchesco Thomas de Marco UDESC
  • Mariane de Oliveira Pereira UFPR
  • Erasmo Luis Tonett UDESC

Palavras-chave:

Enraizamento, AIA, P. tobira, Propagação vegetativa, Planta ornamental

Resumo

O objetivo foi avaliar o enraizamento de estacas de pistóporo-japonês (Pittosporum tobira) sob o efeito de diferentes doses de ácido indolacético (AIA). Como material vegetativo, utilizou-se de estacas caulinares de 10 cm de comprimento, as quais foram tratadas a diferentes concentrações de AIA (0, 1.000, 2.000, 3.000 e 4.000 mg L-1), por 10 segundos. As estacas foram cultivadas em sacos de polietileno contendo substrato comercial e vermiculita, mantidas em viveiro sob telado e submetidas às condições do ambiente. Após 120 dias, avaliaram-se a porcentagem de sobrevivência e de estacas enraizadas, o índice de área foliar (IAF) e o comprimento das raízes com o auxílio do programa UTHSCSA. A sobrevivência das estacas não foi influenciada pelas concentrações de AIA. A porcentagem de enraizamento e o IAF apresentaram comportamento quadrático na medida em que se aumentaram as concentrações de AIA. As melhores respostas de enraizamento foram observadas quando se utilizou 2.000 mg L-1 de AIA, obtendo-se a dose de máxima eficiência técnica (DMET) de 2.175,00 mg L-1. O maior comprimento de raízes por estaca foi observada em concentrações intermediárias de AIA, com DMET de 1.911 mg L-1. O uso de 2.000 mg L-1 de AIA favorece o enraizamento de estacas de P. tobira.

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Publicado

2015-02-11

Edição

Seção

Artigo Completo - Ciência de Plantas e Produtos Derivados

Como Citar

Ácido indolacético influencia no enraizamento de estacas de Pittosporum tobira. Revista de Ciências Agroveterinárias, v. 14, n. 1, p. 24–28, 11 fev.2015.

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